O dólar comercial fechou quarta-feira (02) com variação de 0,4%, valendo R$4,8120, após ter começado o dia cotado a R$4,7935. O Euro fechou o pregão com variação de 0,0% a R$5,2611, após ter iniciado o dia em R$5,2637.
O dólar iniciou esta quinta-feira (03) cotado a R$4,8123 e o Euro abriu o dia cotado a R$5,2618. Acompanhe nossa análise diária.
05h00 – Zona do Euro – PMI Composto S&P Global (Jul)
06h00 – Zona do Euro – Índice de preços ao produtor (Jun)
08h00 – Reino Unido – Decisão da Taxa de Juros (Ago)
09h30 – EUA – Produtividade e Custos (P) (2º Tri)
09h30 – EUA – Pedidos Iniciais por Seguro-Desemprego (Semanal)
10h45 – EUA – PMI do Setor de Serviços (Jul)
11h00 – EUA – Encomendas à indústria (Jun)
08h00 – FGV – Indicador Antecedente de Emprego (jul)
10h00 – S&P Global – PMI Composto (Jul)
12h00 – FGV – IPC-C1 (Jul)
Na noite desta quarta-feira (02), o Banco Central brasileiro surpreendeu o mercado ao optar por reduzir a Selic em 0,5%, movimento mais agressivo do que as expectativas, que se mantinham em 0,25%. Mesmo assim, a decisão marca o início de um ciclo de baixa, em uma direção completamente oposta às economias internacionais.
Tanto nos Estados Unidos quanto nas principais economias europeias, os Bancos Centrais mantêm as taxas de juros em patamar elevado como forma de atenuar as pressões inflacionárias. Um exemplo é a própria decisão do Bank of England na manhã de hoje, que elevou suas taxas de juros em mais 0,25%.
Em um contexto geral, a capacidade do Bacen de combater o aumento de preços sem provocar uma recessão na economia brasileira deve ser o suficiente para manter a tendência de apreciação do real ao longo de 2023.
Dito isso, a decisão de aplicar uma política monetária menos restritiva pode afetar o mercado de câmbio no curto prazo.
Dessa forma, esperamos uma desvalorização da moeda brasileira ao longo do dia.
De maneira similar, a cotação do euro deve ser similarmente influenciada pela decisão do Bacen, principalmente em um dia sem grandes eventos para a economia europeia.
Dito isso, pode-se destacar os resultados dos PMIs tanto para a Zona do Euro quanto para o Brasil.
A economia do bloco europeu escapou por pouco de uma recessão na última semana, quando foram divulgados os dados do PIB para o segundo trimestre. Ainda assim, a vasta maioria dos indicadores, incluindo os PMIs de hoje, apontam para quedas mais intensas no nível de atividade.
O Brasil, por sua vez, vem demonstrando resultados ambíguos ao longo do ano.
Embora o contexto seja consideravelmente mais favorável do que o visto na Europa, ainda é incerto qual direção, e com que intensidade, a economia brasileira deve seguir, visto que diversos dados apontam para o crescimento, enquanto alguns indicam queda, e tantos outros sugerem uma estagnação na atividade econômica.
Dessa forma, indicadores como os PMIs ganham destaque ao apresentar indícios sobre qual direção a economia deve tomar no próximo mês, ou mesmo ao longo do ano.
Assim, esperamos uma desvalorização do real também frente ao euro.
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