O dólar comercial fechou a quarta-feira (11) com variação de -0,3%, valendo R$5,0506, após ter começado o dia cotado a R$5,0662 O Euro fechou o pregão com variação de -0,2%, a R$5,3630, após ter iniciado o dia em R$5,3729.
O dólar iniciou esta sexta-feira (13) cotado a R$5,0470 e o Euro abriu o dia cotado a R$5,3255. Acompanhe nossa análise diária.
22h30 – China – Índice de preços ao consumidor (set)*
22h30 – China – Índice de preços ao produtor (set)*
06h00 – Zona do Euro – Produção industrial (ago)
11h00 – EUA – Índice de confiança da Universidade de Michigan (out) – preliminar
*Indicadores publicados na noite de quinta-feira (12)
Sem indicadores relevantes ao longo desta sexta-feira.
Depois de o vice-presidente do Fed, Philip Jefferson e o presidente regional do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, sugerirem que o ciclo de aumento da taxa de juros nos Estados Unidos finalmente chegou ao fim, dados vindos da China na noite desta quinta-feira (12) podem empurrar a moeda americana mais para baixo no pregão de hoje.
Isso porque a variação do índice de preços ao consumidor chinês aumentou 0,2% em setembro, percentual ligeiramente abaixo do que havia sido projetado pelo mercado, 0,3%.
Dados mais tímidos de inflação na China podem sugerir um ritmo de atividade menos intenso que o desejado pelo Banco Central local. Lembrando que a atividade econômica chinesa mais modesta pode ter impactos imediatos sobre o mercado de câmbio.
Enquanto os países da Europa e os Estados Unidos brigam com a inflação elevada, os dados de setembro mostram que a variação da inflação nos últimos 12 meses ficou em 0% na China.
Nos Estados Unidos, a variação de 0,4% nos preços em setembro ficou ligeiramente acima da projeção do mercado, que esperava por uma variação de 0,3%. A despeito da frustração com o indicador “cheio”, a variação do núcleo de inflação (métrica que tira bens e serviços com preços mais voláteis da conta) veio em linha com o que havia sido projetado pelos agentes, +0,3%.
Com o resultado de setembro, a variação de preços acumulada nos últimos 12 meses permaneceu inalterada, em 3,7%.
A tendência do dia é de valorização da moeda brasileira.
Um dos eventos mais importantes desta sexta-feira (13) ocorreu logo nos primeiros minutos do dia. O órgão oficial de estatísticas da China anunciou que houve uma melhora relativa no volume interanual de exportação chinesa em setembro, o que ajudou a construir um importante superávit de US$77,7 bilhões no mês.
O grande problema aqui é que parte deste superávit comercial mensal, mais elevado que o estimado pelo mercado, foi construído com a ajuda de um melhora menos intensa que o esperado das importações, o que, por sua vez, sugere que a atividade econômica chinesa tenha sido, de fato, mais branda no mês passado.
O volume de empréstimos no mês passado também surpreendeu negativamente. Embora o volume registrado tenha sido superior ao registrado em agosto, os dados vieram bem abaixo das expectativas dos agentes.
Na Europa, os dados definitivos de inflação não devem trazer grandes mudanças aos mercados de ações e de moedas nesta sexta-feira, ficando a cargo dos desdobramentos políticos o maior papel pela movimentação de recursos.
A tendência do dia é de valorização da moeda brasileira.
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