O dólar comercial fechou a terça-feira (12) com variação de 0,3%, valendo R$4,9479, após ter começado o dia cotado a R$4,9317. O Euro fechou o pregão com variação de 0,3%, a R$5,3215, após ter iniciado o dia em R$5,3032.
O dólar iniciou esta quarta-feira (13) cotado a R$4,9480 e o Euro abriu o dia cotado a R$5,3223. Acompanhe nossa análise diária.
03h00 – Reino Unido – Produção industrial (jul)
06h00- Zona do Euro – Produção industrial (jul)
09h30 – EUA – Índice de preços ao consumidor (ago)
15h00 – EUA – Tesouro: Resultado Fiscal Mensal (ago)
09h00 – IBGE: Pesquisa Industrial Mensal – Regional
14h30 – BCB: Fluxo Cambial (semanal)
Esta quarta-feira (13) será marcada pela divulgação dos dados de inflação dos Estados Unidos, indicador importante para a tomada de decisão do Federal Reserve, no próximo dia 20.
A expectativa é de que a variação mensal referente ao mês de agosto mostre uma aceleração dos preços ao consumidor, provocada, sobretudo, pelo aumento dos preços dos combustíveis.
A propósito, o preço do barril de petróleo rompeu a linha dos US$92 o barril e segue trajetória de elevação no curto prazo, movimento que pode comprometer o processo de desinflação em curso, principalmente nos países desenvolvidos.
O mercado também deve “digerir” os dados de inflação do Brasil, que ontem mostraram um cenário ligeiramente benigno dos preços aos consumidores domésticos. No entanto, embora a variação mensal tenha sido menor que o esperado pela maioria do mercado, os dados qualitativos como, difusão e núcleos, mostraram alguma deterioração na margem.
O mercado deve abrir o dia sem direção à espera da divulgação do índice de preços norte-americano.
Na Europa, a queda produção industrial no mês de julho endossa a perda de ritmo da economia sugerida pelos números divulgados pela ZEW na última terça-feira (12).
O índice ZEW de condições atuais, que mostra como os empresários enxergam a atual situação da economia, caiu ao nível mais baixo na Alemanha desde o começo da pandemia, em 2020.
Hoje mais cedo, os números vindos do Reino Unido e Zona do Euro mostraram uma forte queda da produção industrial no mês de julho, número que ratifica aquilo que já havia sido captado pelos índices de gerentes de compras, divulgados há pouco mais de um mês.
Apesar da importância dos dados europeus, o mercado do velho continente também deve repercutir os dados de inflação dos Estados Unidos, que devem ser divulgados às 9h30 no horário de Brasília.
Neste sentido, a tendência do dia é de desvalorização da moeda brasileira.
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