O dólar hoje abriu esta quinta-feira (20) em R$5,7214, após ter atingido a mínima de R$5,6774 durante a última quarta-feira (19). O dólar fechou o dia (19) com alta de 0,57%, marcando R$5,7214. Na Ata do FOMC, os membros do Federal Reserve avaliaram que os riscos para as metas de inflação e emprego estão relativamente equilibrados. No entanto, ponderaram que a inflação ainda segue acima da meta de 2% e apontaram que mudanças nas políticas comerciais e migratórias podem representar ameaças adicionais à estabilidade dos preços.
Dólar Hoje: Confira a cotação do dólar comercial e turismo em tempo real
O documento reforçou o tom cauteloso do Fed, pontuando que novos cortes nos juros só irão ocorrer diante de sinais mais claros de desaceleração inflacionária. Além disso, outro ponto tangenciado foi a questão da pressão no Teto da Dívida pública americana, que pode estar se aproximando a depender das políticas executadas.
O dólar abriu esta quinta-feira (20) a R$ 5,7214, após ter atingido a mínima de R$ 5,6774 na última quarta-feira (19).
Dólar Comercial
Dólar turismo
Atualização: 20 de fevereiro às 09h00
O dólar comercial e o dólar turismo são dois tipos diferentes de cotações do dólar, com valores ligeiramente diferentes devido a taxas adicionais.
O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira (19) com queda de 0,95%, fechando o dia aos 127.308 pontos. Após oscilar ao longo do dia, mas impulsionada pela alta do petróleo, a Petrobras registrou leve avanço no pregão. As ações PN (PETR4) subiram 0,21%, enquanto as ON (PETR3) tiveram alta de 0,40%. O mercado de petróleo seguiu em ritmo positivo, com o Brent para abril avançando 0,26% em Londres e o WTI subindo 0,38% em Nova York. A valorização reflete expectativas de menor oferta global e as negociações em torno do fim da guerra na Ucrânia, que seguem no radar dos investidores.
Já a Vale (VALE3) surpreendeu negativamente ao reportar um prejuízo líquido de US$694 milhões no quarto trimestre, revertendo o lucro de US$2,4 bilhões obtido no mesmo período do ano anterior. O resultado ficou bem abaixo das projeções dos analistas, que estimavam um lucro de US$1,95 bilhão, segundo levantamento da LSEG. Como reflexo, os papéis da mineradora recuaram 0,09% na bolsa.
O câmbio brasileiro mantém trajetória relativamente estável, acumulando ganhos desde janeiro. Em dezembro, o real chegou a se desvalorizar até R$6,20, mas já em meados de janeiro, recuperou-se até atingir R$5,67 em fevereiro. A forte oscilação do fim do ano passado parece ter sido um reflexo exagerado do momento, e agora a moeda encontra um ponto de equilíbrio mais alinhado aos fundamentos macroeconômicos do país.
No entanto, o cenário ainda inspira cautela. No ambiente externo, a imprevisibilidade da Casa Branca, que oscila entre ameaças e recuos, continua gerando incertezas nos mercados. Apesar disso, o nível de tensão se mostra mais contido do que o inicialmente esperado. Caso Trump intensifique e efetive novas políticas protecionistas, as bolsas podem sofrer novos recuos, enquanto o dólar tende a ganhar força globalmente, adicionando pressão sobre o real.
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