O segmento de alimentação cresceu muito em 2020. As soluções de tecnologia, como aplicativos de delivery, ajudaram as empresas a vender mais durante o isolamento social. Os downloads dos aplicativos cresceram 700%, só em São Paulo, é o que revela a empresa AppsFlyer. Essas e outras soluções tecnológicas fazem parte do conceito de foodtechs.
Foodtechs no entanto não são apenas esses recursos, eles também estão relacionados com a produção dos alimentos em si. Entenda melhor o que são as foodtechs, quais são as vantagens de usá-las nos negócios e como anda o mercado brasileiro. Confira!
Foodtechs são empresas que utilizam a tecnologia no desenvolvimento de produtos alimentício, tornando o setor mais inovador e disruptivo. A tecnologia é incorporada nos processos de toda a cadeia: produção, distribuição, venda, consumo, serviço e retorno (reciclagem)
O objetivo de uma foodtech é identificar as dores do setor e resolvê-las com praticidade, agilidade e de forma acessível para todos.
Uma foodtech atua na otimização dos processos de criação e produção de um alimento. Toda a cadeia é afetada pela tecnologia, que proporciona diversos benefícios. Veja quais são:
A tecnologia não é aplicada apenas na operação de alimentos tradicionais e conhecidos do mercado, é utilizada também na aplicação de novos produtos, como a carne sintética, desenvolvida em laboratório.
Uma estimativa da Research and Markets revela que até 2022, o mercado global de foodtechs vai chegar a US$ 250,4 bilhões. No Brasil, um levantamento de 2018, mostra que o setor contava com 90 startups.
De acordo com a Finistere Ventures, mais de 50% do investimento em startups brasileiras, no mesmo ano, foi feito em foodtech. Um total de US$ 500 milhões. A maioria dessas empresas ainda está em fase inicial e poucas são conhecidas.
Conhecida como a criadora do “hamburguer do futuro” também merece atenção, a Fazenda do Futuro está entre as foodtechs mais conhecidas do mercado. A startup com pouco mais de um ano está na lista World Changing Ideas 2020, a única na na premiação de empresas mais inovadoras do mundo.
A Fazenda do Futuro foi criada por Marcos Leta e Alfredo Strechinsky com objetivo de produzir alimentos com sabor, textura e suculência da carne animal, mas com ingredientes à base de plantas. O negócio é bastante semelhante a grandes nomes do mercado americano, como Impossible Foods e Beyond Meat nos Estados Unidos.
A foodtech, preocupada com a saúde e o impacto ambiental, acaba de participar de uma nova rodada de investimentos que avaliou a empresa em R$ 715 milhões. O aporte foi liderado pelo banco BTG Pactual, pelo multi family office Turim MFO, pelo fundo ENFINI Investments/Grupo PWR Capital e pelos investidores da primeira rodada Monashees e Go4it Capital. Ao todo, a Fazenda Futuro já captou R$ 150 milhões em injeções de capital.
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