Ao longo da semana, o dólar passou por movimento de depreciação, acompanhando as expectativas do mercado de farta liquidez. Tais expectativas estão plenamente ancoradas nas perspectivas de política monetária e fiscal divulgadas pelas autoridades estadunidenses.
Em primeiro lugar, além do plano já aprovado de injeção de US$ 1,9 trilhão para resguardar cidadãos americanos, o governo fala em novos pacotes de investimentos para retomar o crescimento econômico – algo que está em linha com as expectativas do mercado.
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, por exemplo, tem observado que os Estados Unidos – mas também a China – são os motores da economia mundial. Sob este ponto, para que a economia global volte a crescer de maneira forte e sustentada, ambos precisam retomar investimentos.
De todo modo, com as expectativas de políticas mais expansionistas por parte dos EUA, as moedas emergentes se beneficiaram – incluindo o Real. Contudo, o suporte ao desempenho do câmbio no Brasil ainda parece frágil, sobretudo pela situação crítica da pandemia no país e seu impacto sobre as contas públicas.
Em meio a esse cenário, a moeda estadunidense abriu a segunda-feira (5), cotada a R$ 5,7100. Por outro lado, nesta sexta-feira (9), a moeda abriu o pregão cotada a R$ 5,5689. Com isso, vimos uma apreciação do Real de aproximadamente 2,47% ao longo desta semana.
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